Ficamos admirados com a variedade de alimentos que o pessoal produz utilizando basicamente a mandioca (aqui chamada de macaxeira) e com o coco. Por isso, resolvemos dividir com os amigos através de fotos e pequenas descrições.
E tudo muito bonito e muito gostoso. O difícil é manter o programa de controle de peso passando uma semana num local destes.
Manuê: uma espécie de bolo feito de puba (subproduto da mandioca). Na foto há manuê de macaxeira, de milho, de arroz e de leite. Mas a base é sempre a puba, que é a mandioca ralada e colocada na água para amolecer e fermentar.
Pé de moleque. Não tem nada a ver com o pé de moleque que conhecemos em S.Paulo. Este é feito de puba envolto em folha de bananeira e assado. É impressionante como o nordestino gosta deste doce.
Beiju de amendoim. É um doce feito de tapioca (polvilho de mandioca) com amendoim. Ontem comemos um desses bem quentinho. É delicioso e muito grande.
Tapioca. É a mesma tapioca utilizada no doce acima, só que é colocada no forno por poucos minutos (vide abaixo fotos do forno). É toda branca. Pode-se comer pura ou com rechear com uma infinidade de coisas: manteiga, doce, queijo, presunto, etc.
Mau casado. Doce aqui sendo assado no forno sobre folha de bananeiras. É feito de massa de macaxeira, coco, tapioca, sal e açúcar. Não comemos ainda. Mas não faltou vontade...
Beiju tradicional. É como se fosse farinha de mandioca um pouco mais grossa e em pedaços.
Paçoca de amendoim. É um pedaço enorme e custa somente um real!
A tradicional cocada. Aqui se vende por copos.
As mulheres preparando as delícias. Muita higiene. Todas são de uma mesma família. O local é bem rústico para lembrar mesmo como são as casas de farinhas das roças da região.
Visão externa da Casa de Farinha, com o forno aceso.
Utiliza-se como lenha qualquer coisa que pegue fogo: caixotes, cascas de coco, restos de madeiras de construções...
Quem está passando pela rua, tem esta visão da Casa de Farinha.
Frente da Casa de Farinha. Ao fundo, uma das ruas principais da cidade.